terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Mal do século
           Maldição de amor
   Quando a escuridão
   Dos teus olhos negros
   Me encontraram outra vez,
   Senti um arrepio
   Vindo sobre mim.
   Como se um espírito
   Amaldiçoado passasse
   Ao meu lado.
   No mesmo instante
   Me recordei da imensa
   Dor que deixaste.
   Caí num abismo profundo
   De onde até hoje sou
   Aprisionado.

   Talvez, seja a porta do
   Inferno, que você me
   Lançaste,
   Ousando destes teus olhos
   Que me queimam e me
   Mata nesse teor de amor.
   Agora! O que me resta é abrir
   A tranca e me lançar
   Sobre esse mar,
   De fogo e maldição!
Aluna anônima  

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