Nome: Luan Rodrigues Nº:
20 2ºA
O
Último Suspiro
Em um dia monótono de
trabalho, com atividades regulares do meu dia-a-dia, quando de repente ao
escorregar, descendo a escada, bato a cabeça levemente, mas por trás de nenhuma
dor, duas veias, uma de cada lado, são rompidas, pingos e pingos de sangue
jorram descontroláveis.
Após três dias, sem analisar
ou até mesmo se importar com o ocorrido, sentado na mesa,em pleno horário de
almoço, com companhia de meus filhos e minha esposa. Vejo tudo escurecer em
apenas em segundos me perco em minha ilusão, como se fosse um “como”, mais não
era o momento.
Horas depois, acordo,
deitado em uma cama, não era um ambiente de conforto, era um ambiente vazio,
triste, onde almas vagavam sem entender o porque tudo aquilo aconteceu.
Só me lembro de pessoas com
máscaras me rodeando, não sei exatamente a quantidade, mas havia muitos ali,
naquela sala.Eu inocente não imaginava o que estava por vir, só sentia uma dor
inexplicável, como se a minha cabeça estivesse vazando, transbordando algo, ou
até mesmo, aparentava ser uma bomba, com ‘’tic-tac’’ cada vez mais rápidos, não
imaginava e não percebia que em segundos, eu estaria inconsciente em uma
escuridão total, não vi mais ninguém, tentei pedir socorro, mas nada saía de
minha boca seca, do meu corpo frio.
Era um simples fato, dormi,
mas perdi, o direito de acordar.Sim, estava morto. Me restava descansar pelo
resto da eternidade. O que lembra a minha existência, da minha vida que foi
como um sopro, é a lápide que afirma: ‘’Aqui Jaz’’.
Nenhum comentário:
Postar um comentário