segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Nome: Luan Rodrigues     Nº: 20             2ºA

O Último Suspiro
Em um dia monótono de trabalho, com atividades regulares do meu dia-a-dia, quando de repente ao escorregar, descendo a escada, bato a cabeça levemente, mas por trás de nenhuma dor, duas veias, uma de cada lado, são rompidas, pingos e pingos de sangue jorram descontroláveis.
Após três dias, sem analisar ou até mesmo se importar com o ocorrido, sentado na mesa,em pleno horário de almoço, com companhia de meus filhos e minha esposa. Vejo tudo escurecer em apenas em segundos me perco em minha ilusão, como se fosse um “como”, mais não era o momento.
Horas depois, acordo, deitado em uma cama, não era um ambiente de conforto, era um ambiente vazio, triste, onde almas vagavam sem entender o porque tudo aquilo aconteceu.
Só me lembro de pessoas com máscaras me rodeando, não sei exatamente a quantidade, mas havia muitos ali, naquela sala.Eu inocente não imaginava o que estava por vir, só sentia uma dor inexplicável, como se a minha cabeça estivesse vazando, transbordando algo, ou até mesmo, aparentava ser uma bomba, com ‘’tic-tac’’ cada vez mais rápidos, não imaginava e não percebia que em segundos, eu estaria inconsciente em uma escuridão total, não vi mais ninguém, tentei pedir socorro, mas nada saía de minha boca seca, do meu corpo frio.

Era um simples fato, dormi, mas perdi, o direito de acordar.Sim, estava morto. Me restava descansar pelo resto da eternidade. O que lembra a minha existência, da minha vida que foi como um sopro, é a lápide que afirma: ‘’Aqui Jaz’’.

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